26/11/2015

Suits


Ora bem. Está uma pessoa sossegadinha a acompanhar as suas séries habituais, quando aparece o Netflix em Portugal (em relação a isso, falamos depois).
Andei a ver se me interessava alguma, para fazer uma maratona durante o mês grátis, e encontrei esta, que já conhecia (e os actores também) mas que nunca tinha visto nada.

Mike Ross é um rapaz que abandonou a universidade (por razões que se vai descobrir mais tarde na série), com uma fantástica memória fotográfica que lhe permitiu passar no exame da ordem, sem concluir a faculdade de Direito. Harvey Specter é um dos melhores advogados de Manhattan, e encontra em Mike o seu novo associado. No entanto, a política da firma de advogados, Pearson & Hardman, onde ele trabalha, só aceita ex-alunos da Universidade de Direito de Harvard. Harvey e Mike vão ter de esconder o segredo de todos, enquanto resolvem casos e lidam com questões internas e pessoais (firma).

Os personagens principais são: Gabriel Macht e Patrick J. Adams. O primeiro entrou em The Spirt e Behind Enemy Lines; o segundo entrou em alguns episódios de Flashforward, Luck, Orphan Black.

Curiosidades:
- Foi considerada a segunda melhor série a estrear em 2011 (a 1ª foi Game of Thrones);
- Referências a Game of Thrones, Star Trek, James Bond, etc.;
- Actrizes que entram ou entraram na série Pretty Little Liars.;
- Todas as temporadas tem um episódio com flashback, excepto a primeira.

Neste momento a série está em pausa, a segunda parte da temporada 5 estreia no final de Janeiro. Até lá, as quatro temporadas estão disponíveis no Netflix, é fazer uma maratona.





Recomendado

11/10/2015

American Horror Story


Quem me conhece sabe perfeitamente que não gosto de filmes de terror.
Mas não sei porquê, as séries cativam-me sempre.

E tudo começou com Supernatural.

Mas vamos voltar ao assunto principal, American Horror Story.

Não me lembro quando começou, mas acho que foi a minha prima que me falou nisso. Vi o primeiro, vi o segundo, e não achei muito mau. Entretanto, ela veio passar um fim-de-semana a minha casa, e vimos a primeira temporada toda.
Ai, as saudades que eu tenho do Rubber Man (aparecer na série, claro).
Desde então, temos visto as outras temporadas juntas, e durante o verão. Tornou-se uma espécie de tradição.

Antes de falar na quinta temporada, vou passar em revista as outras temporadas, para os interessados.
- American Horror Story (Temporada 1): é das melhores, mas não é a melhor; tem o Rubber Man (our favorite), uma empregada sluty (mas só de vez em quando) e, claro, Jessica Lange.
- American Horror Story Asylum (Temporada 2): sem dúvida, a melhor temporada da série (e a mais creepy); tem Evan Peters no seu melhor, maluquinhos, um serial killer, e Adam Levine.
- American Horror Story Coven (Temporada 3): não é nada má; é passada em New Orleans; tem guerras de covens, racismo, a sobrinha da Julia Roberts (não gosto lá muito dela), Jessica Lange e Angela Bassett.
- American Horror Story Freak Show (Temporada 4): a temporada menos conseguida da série; tem freaks, um palhaço muito creepy (não gosto nada de palhaços), ligação a Asylum, a mulher mais pequena do mundo (Ma Petite), Neil Patrick Harris e Wes Bentley e, Jessica Lange a fazer de alemã (melhor da temporada).

A temporada 5 chama-se American Horror Story Hotel e, como é óbvio, é passada num hotel na cidade actual de Los Angeles. O primeiro episódio já vi, e apresenta-nos coisas bastante interessantes: uma recepcionista que leva a desintoxicação de álcool e drogas muito a sério; Matt Bomer no seu melhor (literalmente); Wes Bentley a fazer de detective; uma espécie de Rubber Man com um dildo-broca; e Lady Gaga.
Infelizmente, a mulher que faz a série (Jessica Lange), não é regular nesta quinta temporada mas, li que pode fazer uma pequena participação especial.
De qualquer das formas, gostei do que vi, mas como já é hábito vou fazer uma maratona de Verão.

Os que não conhecem a série, digam se ficaram interessados. E para os que já conhecem, digam-me se concordam com a minha opinião.






25/09/2015

Fantastic Four / Quarteto Fantástico (2015)


Sim, fui ver. Depois de ter dito que não gastava dinheiro a ver mais um filme da MARVEL que deu para o torto, acabei por ceder. E até que me surpreendeu.

A história centra-se num grupo de quatro jovens que se teletransportam para um universo alternativo e perigoso, alterando de maneira chocante a sua forma física. Com as suas vidas irrevogavelmente alteradas, a equipa deve aprender a aproveitar as novas habilidades e trabalhar em conjunto para salvar a Terra de um velho amigo que se tornou inimigo.

Comparando com os outros dois filmes sobre estes heróis, a origem dos poderes é bastante diferente, bem como a forma como se conheceram e, o modo como são usadas as suas novas habilidades.
Gosto bastante quando colocam os personagens numa altura da vida que os muda para sempre e que depois se reflecte naquilo em que se tornam no final. 

O filme começa bem, a apresentar-nos dois dos personagens com os seus 10 anos, alterando para a passagem do secundário para a universidade. Aliás, o filme no seu todo está bem... até aos últimos 20 minutos. Faz muito mais sentido que tenham todos trabalhado juntos na construção da máquina, na forma como ganharam os seus poderes e, como as forças militares decidiram usufruir das mesmas. Aqueles últimos 20 minutos é que não têm lógica. A acção para o clímax final ocorre demasiado depressa, deixando o expectador na expectativa que algo mais aconteça.
Será que tem algo a ver com o facto de o director ter acusado a Sony de estragar a edição do filme?

Coisas (interessantes) a reter:
- Miles Teller tem mesmo ar de nerd;
- Susan Storm é do Kosovo;
- Jonny Storm não é branco (comentário não racista);
- Jamie Bell é british.
- O Doom é bem giro!



16 
(1-20)


PS: Vai haver segundo filme em 2017.

Ant-Man (Homem-Formiga)


Este filme é qualquer coisa.

Se não me engano, é o primeiro filme da MARVEL a ser escrito por uma dupla de comediantes. Mas isto não é um filme daqueles parvos de comédia, é sim, um filme de acção, sobre um super-herói, ou neste caso, um herói, que pretende um mundo melhor.
Nunca li nenhuma BD do Ant-Man, mas sei que o original se chama Hank Pym.

Então que raio de filme é este, que nos apresenta um Dr. Pym velho e um ex-presidiário no papel de herói?
É sem dúvida, um dos melhores filmes de super-heróis que alguma vez vi. É um Guardiões da Galáxia, mas apenas com um guardião... que pretende impedir a todo o custo que a fórmula para a constituição do seu fato caia nas mãos erradas, e desenvolva um exército de super soldados. Este homem, Scott Lang, quer também servir de exemplo à sua filha, protegendo-a o melhor possível.

De concluir que, apesar de a história não ser bem, bem original (Homem velho e experiente, pede a um herói improvável para o ajudar a conseguir/impedir algo que o vilão, que por sinal foi seu amigo, tanto deseja. No final, o herói improvável, coiso e tal com a filha do homem mais velho), está bem escrita... com diálogos fluídos e com as piadas e referências a que a MARVEL já nos habituou.

De referir, e já como última conclusão, o actor Paul Rudd surpreendeu-me pela positiva. Um actor de comédias a fazer um filme de acção, e logo pela MARVEL, não para todos e, ele não se saiu nada mal. Além disso, gosto bastante dele.



18
(1-20)


PS: Formigas. Montes de formigas.
PS2: Vai entrar no terceiro filme do Capitan America.



12/04/2015

Fast & Furious 7


Já estreou. Já vi. E foi...diferente.

Dominic Toretto e a sua equipa pensaram que tinham deixado a sua vida criminosa para trás. Eles derrotaram um terrorista internacional chamado Owen Shaw e seguiram caminhos separados. Mas agora o irmão de Owen, Deckard Shaw, está à procura de vingança tentando matar a equipa de Toretto, um a um, como vingança. Toretto tenta reunir a sua equipa para parar Shaw e recuperar um programa informático muito importante, o Olho de Deus.

O filme começa com Deckard Shaw a prometer ao seu irmão, deitado numa cama de hospital, vingar-se do que lhe fizeram. Durante a apresentação/créditos inicias podemos ver que a personagem de Jason Statham, Deckard Shaw, é um bocado doido (destrói o hospital só para poder ver o irmão). Depois, temos Dom e Letty na Race Wars (evento que apenas apareceu no primeiro filme da série), numa tentativa de poder despertar alguma memória em Letty.

O filme é um bocado estranho. A edição foi feita de uma forma que dá a sensação de haver várias storylines, mas em que apenas duas fazem sentido (a recuperação da memória de Letty, e Paul Walker). Pelo meio temos: o resgate do hacker Ramsey e a procura pelo Olho de Deus; a vingança de Shaw; Djimon Hounsou; Kurt Russell; 10 segundos de Lucas Black como Sean Boswell (pensei que aparecesse durante mais tempo ou integrasse a equipa de Dom para acabar com o assassino de Han).

O filme não é mau, mas tendo em conta os anteriores (especialmente o 1º, o 5º e o 6º) estava à espera de melhor. Principalmente sendo o último filme de Paul Walker.
Mas quanto a isso, o filme esteve muito bem, brindando-nos com um final brutal (e que faz até os menos sensíveis deitar uma lagriminha... Sim, eu chorei).

Já há rumores de que o 8º filme poderá ser passado em Nova Iorque e que poderá entrar Kurt Russell, desta vez como vilão. A ver vamos. Só espero que o enredo seja mais simples de compreender.



Nota: 17.5 (1-20)


P.S.: Cronologia dos filmes - The Fast and The Furious(2001); 2 Fast 2 Furious(2003); Fast & Furious(2009); Fast Five(2011); Fast & Furious 6(2013); The Fast and The Furious: Tokyo Drift(2006); Furious 7(este).


R.I.P Paul Walker (1973-2013)

14/03/2015

Fifty Shades of Grey (As Cinquenta Sombras de Grey)


Um mês depois da estreia, lá me decidi a ir ver o filme. Não estava cheio mas garanto que mais de 90% eram mulheres.

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingénua e inocente, Anastasia surpreende-se ao perceber que, apesar de o achar muito intimidante, está atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente dela, Grey admite que também a deseja.

O filme começa com uma muito breve introdução das personagens. Ele é um homem rico, que faz o seu jogging matinal, seguindo depois para a sua empresa; ela é estudante de Literatura Inglesa numa universidade em Portland, e que tenta estar no seu melhor na entrevista. Após o primeiro encontro (entrevista) e o segundo (local de trabalho de Anastasia), ela acha-o um homem intimidante e ele acha-a uma mulher interessante.
A partir daí começam as semelhanças com o Twilight (já chego lá), desde um "salvamento", dois Team Jacob (friendzone), os pais estão separados e a mãe vive com um desportista. No entanto, há diferenças. Os personagens são adultos e responsáveis, no filme dos vampiros, ele era muito conservador, neste, é a loucura. O melhor de tudo é, não levar com o Parkinson e a Enjoadinha (ponto positivo).

Estou a falar muito no Twilight porque a autora do livro (E.L. James) inicialmente e, aquando do fenómeno da saga vampírica (+ lobisomens) decidiu escrever uma fanfiction (história original, utilizando personagens e/ou universos de filmes, séries, livros, entre outros) para maiores de 18 anos num site próprio para tal (fanfiction.net é um deles). A história era exactamente esta, Edward Cullen era um homem intimidante e controlador que queria dominar (dar tau-tau) a inocente Bella Swan. A história foi retirada do site por ser demasiado gráfica e explícita e a autora decidiu mudar os nomes das personagens e outros elementos, e escreveu uma trilogia.

O filme em si não é mau. Para dizer a verdade até pensei que fosse tão mau ou pior que o Twilight. Já lhe andava a chamar "Twilight para + 18". Há opiniões distintas aquando na comparação das duas histórias e universos; há muita gente que não faz qualquer relação e há outros que simplesmente acham que o filme dos vampiros é melhor.

Pontos Fracos do Filme: muita semelhança com alguns elementos e/ou cenas presentes na saga dos vampiros; parte do filme passada sempre com o mesmo assunto.
Pontos Fortes do Filme: surpreendeu-me pela positiva; tom cómico nos primeiros 10-15 minutos, fazendo com que o filme seja mais fácil de ser visionado; química entre os actores (há quem diga que não têm, mas há ali qualquer coisa).
Factos a retirar dos Personagens: Christian Grey tem um passado que não quer revelar; as gravatinhas do menino são todas cinzentas; Jamie Dornan não é americano, notando-se em algumas falas o seu Irish accent; Christian Grey é um conhecedor e apreciador de um bom gin tónico; Anastasia Steele é uma aluna exemplar e tem um gosto muito peculiar pelo seu carro.

O filme é interessante, vê-se bem. Faz-nos rir, surpreende, dá-nos a conhecer um mundo que era até então desconhecido (excepto os conhecedores de tal prática sexual), deixa-nos com alguns calores (é mentira... a sala do cinema é que estava quente), e o Jamie Dornan é bem jeitoso. Mas é um filme adaptado de um livro baseado nas personagens de outro livro/filme e, como se sabe, essas adaptações nem sempre são muito bem conseguidas. Eu não li os livros, mas tenho a ligeira sensação que podia ter sido melhor.


Nota: 16,5 (1-20)


P.S.: Peço que os senhores de Hollywood sejam simpáticos e não dividam o terceiro livro em dois filmes. Obrigado.




23/02/2015

Boyhood


Será que só está nomeado porque levou 12 anos a filmar? Vamos ver.

O filme acompanha Mason, de 6 anos, ao longo da década mais impactante da sua vida. 12 anos cheios de um turbilhão de mudanças, controvérsias familiares, casamentos instáveis, segundos casamentos, novas escolas, primeiros amores e amores perdidos, tempos memoráveis e tempos assustadores e, uma constante miscelânea de desgostos e deslumbres.
Mason, o menino sonhador que se confronta com a importante decisão da sua dedicada e lutadora mãe solteira, Olivia que, decide refazer a sua vida em Houston, no momento em que o pai, Mason Senior, retorna do Alasca para reentrar no seu mundo. Numa maré de pais e padrastos, raparigas, professores e patrões, perigos, anseios e paixões, Mason emerge para seguir o seu caminho.

O filme começa quando a mãe de Mason e Samantha decide mudar-se para Houston e voltar a estudar (universidade). Ao longo de 2h40min, assistimos à evolução de Mason, da sua irmã e dos seus pais em termos de, personalidade, mudanças visuais e atitudes perante a escola, o trabalho ou a relação com outras pessoas.

Neste filme estão incluídos: passagens temporais bem feitas (em que só nos apercebemos que passaram meses ou anos, quando olhamos com atenção para as personagens e reparamos como cresceram e aquilo que aprenderam); Harry Potter (tinha de aparecer uma saga para os miúdos seguirem e, eu penso que esta foi a escolha mais inteligente); as várias relações que os pais tiveram, os seus objectivos e, a forma como criaram os filhos; a descoberta de Mason pela Fotografia (todos passámos por isto, descobrir algo que gostamos e querer agarrar a oportunidade para o fazer... a mim, aconteceu-me com o Marketing, o Futebol e, como já deve ter percebido, os Filmes e Séries).

Como já referi, os diferentes momentos da infância para a adolescência e para o inicio da idade adulta (ida para a universidade) estão muito bem caracterizados e, conseguimos perceber bem como identificarmo-nos com as diferentes situações.

Recomendo.

Este filme conta com: Ellar Coltrane; Patricia Arquette; Ethan Hawke.


Nota: 18.85 (1-20)

22/02/2015

The Grand Budapest Hotel


Olha outro. Com um grande elenco (quantidade e qualidade).

Este nomeado narra as aventuras de Gustave H., um lendário concierge de um famoso hotel europeu, o The Grand Budapest Hotel, durante as duas guerras, e Zero Moustafa, o paquete que se torna no seu amigo de confiança. A história desenrola-se à volta do roubo e da recuperação de uma preciosa pintura renascentista, e a luta por uma enorme fortuna de família.

A história começa em 1985, com um personagem, o Escritor que conta aquilo que lhe aconteceu numa das suas estadias no hotel. Retrocede para 1965, o Escritor está numa crise de bloqueio e encontra no hotel o proprietário do mesmo, o Sr. Moustafa que, aceita contar-lhe como se tornou o proprietário. A história recua mais ainda, para 1932, ano em que Moustafa conheceu o M. Gustave e, onde se passa a maioria da acção do filme.

É um filme interessante, diferente. No inicio é estranho, com tantas mudanças temporais, deixando-me com algumas dúvidas. Mas, à medida que a história se vai desenrolando e vamos conhecendo as personagens é, seguramente, agradável de se ver. Surpreende.

E com um filme destes, o elenco só podia ser de luxo (ainda que por breves momentos, com papéis secundários). Conta com: Ralph Fiennes; Adrien Brody; Willem Defoe; Jeff Goldblum; Jude Law; Bill Murray; Edward Norton; Owen Wilson; Tom Wilkinson; entre outros.


Nota: 18 (1-20)

The Imitation Game (O Jogo da Imitação)


Mais um mais um. Sem este senhor, provavelmente não estava a escrever onde estou.

Baseado numa história verídica, o matemático e criptógrafo Alan Turing, liderou um grupo de académicos, linguistas e analistas com o objectivo de quebrar o até então indecifrável código da Enigma, a máquina utilizada pelos nazis na 2ª Guerra Mundial.

O filme é passado em três situações temporais distintas, que rodam entre si de acordo com o enredo do filme, estando ligadas. É nos apresentado um Alan Turing em criança, onde podemos visualizar a sua relação de amizade com Christopher; Turing durante a guerra, na tentativa de descodificar códigos com a sua máquina (computador); e Turing após a guerra ser ganha, a contar a sua história ao detective que o prendeu por atentado ao pudor (naquela altura, era ilegal ser-se homossexual e, toda a gente achava que era uma doença, não uma escolha).
Durante os anos em que liderou a sua equipa e construiu a máquina, Turing teve de lidar com vários tipos de pessoas. Desde o Comandante da Marinha Real Britânica (que não gostava nada dele... parece que é um defeito dos Lannisters), ao seu grupo de analistas, passando pelos olhares que lhe lançaram quando quis integrar uma mulher no grupo.
O filme lida com vários problemas que se punham na altura: a homossexualidade; a valorização das mulheres quando fazem o trabalho dos homens; a escolha entre salvar vidas ou sacrificá-las, com o objectivo de os alemães nunca descobrirem que a sua máquina foi descodificada.

O filme é muito bom e, merece sem dúvida as nomeações que tem.
Alan Turing influenciou cientistas, que após anos de pesquisa e investigação criaram várias "Máquinas de Turing", ou aquilo a que chamamos hoje de... computadores.

O filme conta com: Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode, Charles Dance e Mark Strong.


Nota: 18.75 (1-20)

Whiplash - Nos Limites


Este nomeado tem muita música.

Andrew Neimann tem 19 anos e sonha ser o melhor baterista de jazz da sua geração, mas a concorrência é muito grande. O seu objectivo é tocar nas orquestras lideradas por Terrence Fletcher, um professor muito rigoroso e exigente. Quando isso acontece, Andrew começa a ultrapassar todos os seus limites, inclusive a ter atitudes que jamais imaginou.

O filme começa logo com uma bateria a tocar. Andrew, que estuda na Shaffer Conservatory of Music em Nova York, está a treinar quando é interrompido por Terrence Fletcher, que lhe pede para tocar umas notas. Após Andrew tocar, o professor diz-lhe que deve continuar a treinar.
No dia seguinte, Andrew é escolhido como baterista substituto para a banda de Fletcher, mas ele é bastante exigente e quer que todos dêem o seu melhor, pede por isso que Andrew pratique arduamente para merecer o lugar. Entretanto, o rapaz começa a sair com a rapariga (Nicole) que trabalha no cinema onde ele e o seu pai costumam frequentar.
Na primeira competição a que Andrew vai como membro da banda, o jovem consegue ajudá-los a vencer. A partir dessa altura, começa a achar-se o melhor, causando algum desconforto ao pai e aos amigos deste e, obrigando a que Nicole termine o namoro.
Entretanto, a dois dias de mais uma competição, Fletcher trás mais um baterista para a banda, de modo a picar Andrew para que ele mereça definitivamente o lugar.

Gostei bastante do filme, é muito bom. É um filme intenso, que retrata a vida dos jovens músicos que querem ser grandes, e o que pode vir das consequências. Confesso que o Jazz não é o meu estilo de música preferido, mas a banda sonora é formidável.
É um filme em que as personagens são levadas ao limite, e é talvez por isso que seja um dos melhores do ano.
Tem as suas fraquezas, não é um filme perfeito, mas as personagens de Miles Teller e J.K.Simmons fazem com que seja extraordinário e muito agradável de se ver.


Nota: 18.85 (1-20)