28/03/2016

Batman v Superman


Quando a trilogia de Nolan (The Dark Knight Trilogy) acabou pensei, das duas uma, ou continuam a história com o Joseph Gordon-Levitt a fazer de Batman ou, arranjam outro actor e começam uma nova "série" de filmes. Decidiram fazer então um filme em que punham dois dos mais icónicos super-heróis da DC a lutar um contra o outro. Até aí tudo bem. O Super-Homem a lutar contra o Batman seria bem interessante. O Super-Homem de Henry Cavill e o Batman de Ben Affleck à porrada! Espera! O quê? O Ben Affleck a fazer de Batman? Vai estragar o filme! De certeza absoluta!


Temendo a imprevisibilidade das acções de um poderoso Super-Herói, o protector e vigilante de Gotham City decide enfrentar o salvador de Metropolis, enquanto o mundo debate que tipo de herói realmente necessita. E com o Super-Homem e o Batman em guerra, uma nova ameaça emerge colocando a humanidade na sua mais perigosa situação de sempre.

O filme é passado logo a seguir (18 meses depois) à Batalha de Metropolis. O Mundo considera o Super-Homem culpado pela destruição da cidade e, um potencial perigo à Humanidade.
Inicialmente, pensamos que o Batman anda atrás de um mafioso qualquer de Gotham, mas na realidade, anda atrás de uma mercadoria bastante poderosa.
Lex Luthor está muito interessado no que o Super-Homem pode ou não fazer.
Enquanto isso, Clark Kent quer investigar o Batman e saber o que ele anda a planear.


Uma das partes mais interessantes do filme é quando Clark Kent e Bruce Wayne se conhecem na casa de Lex Luthor. E depois aquela pequena interacção entre Bruce Wayne e Diana Prince (não sabem quem é, vão ver à net).


O filme no seu todo está muito bom. A história faz sentido.


- O Batman/Bruce Wayne de Ben Affleck (ou BatBen, como eu gosto de o chamar), está muito bom mesmo; comparando-o com o Batman/Bruce Wayne de Christian Bale, são muito parecidos.
- Aquele Clark Kent de Henry Cavill é talvez o melhor (não sei se é fiel, não li as comics nem vi a série Smallville mas, para mim, não faz sentido nenhum um Clark Kent totó como se vê noutros filmes ou séries.
- Gostei da Wonder Woman e da interacção dos três super-heróis.


- Não gostei nada, nada, do Lex Luthor do Jesse Eisenberg. Se o objectivo era deixar-nos irritados com o personagem, então foi bem sucedido. Penso que o melhor Lex Luthor foi o Kevin Spacey de Superman Returns (e não vi Smallville).
- Não gostei de alguma edição, percebeu-se a intenção, mas não gostei (ora aparecia Gotham, ora aparecia Metropolis, ora Gotham, ora Metropolis).
- Gostei do Alfred de Jeremy Irons.
- Não gostei do início do filme (a sério?... quem já viu sabe do que estou a falar).
- Não gostei do Super-Homem "vilão" (apesar de que o Henry Cavill fica bem de qualquer maneira).
- Gostei muito de o Bruce Wayne do filme me ter lembrado do Bruce Wayne da série Gotham. O Bruce Wayne de Ben Affleck é, na minha opinião, uma perfeita versão adulta do Bruce Wayne de David Mazouz. Muito muito bom!


- Não gostei da "pequena apresentação" de outros heróis (metahumans). Não me pareceu relevante para a história do filme.
- Gostei de o Batman estar no cargo de vigilante de Gotham há 20 anos.
- Gostei do fim do filme.

Vão ver o filme!!!



17/20


PS: Granny's Peach Tea.
PS2: Pelos vistos, agora vou ter de ir fazer uma maratona de Smallville.
PS3: Uma Justice League com um Flash da treta (não gosto lá muito do Ezra Miller, o Grant Gustin é melhor).
PS4: Mas, a sério, vejam o filme. Vão ficar surpreendidos.


29/02/2016

Oscars 2016


Ontem estive a ver os Oscars, não no sofá mas no bem bom da caminha (novas tecnologias).


Momentos interessantes nos Oscars:
Jacob Tremblay
A Charlize adora hamburgers
20 Anos Depois (ou 19, que o Titanic saiu em 97)
O Urso também estava nomeado
Harley Quinn & The Joker
Jeitosos!
Minions!!!

Jacob Tremblay + C3PO + R2D2 + BB8 

Mad Max na loucura!
Secundários e Principais
FINALLY!!!
Merecido!!!

24/02/2016

Deadpool


A primeira vez que ouvi falar no Deadpool, foi na última parte do filme X-Men Origins Wolverine, quando um "modificado" Wade Wilson aparece (devo dizer que estava razoavelmente jeitoso) para fazer frente e derrotar a personagem de Hugh Jackman. Como não o conhecia de lado nenhum, achei que a versão desse filme era a original. Mal sabia eu que estava redondamente enganada.


Desde 2004 que se tem pensado num filme sobre o Deadpool, com Ryan Reynolds como protagonista. Em 2012 foi feito um vídeo-teste de três minutos para convencer a FOX a fazer o filme, em 2014, essa filmagem foi publicada online e teve tanto sucesso, que o estúdio decidiu finalmente avançar com a sua produção.

Baseado no mais inconvencional anti-herói da Marvel Comics, Deadpool conta-nos a história da origem de Wade Wilson, um ex-operacional das Forças Especiais que se torna num mercenário. Depois de ter sido sujeito a uma experiência clandestina que o deixa com o poder de cicratização acelerada, Wade Wilson adopta o alter ego Deadpool. Armado com as novas habilidades, além dum negro e retorcido sentido de humor, Deadpool persegue o homem que quase destruiu a sua vida.


Gosto de filmes que nos mostra a origem dos personagens, como eles chegaram até ali (situação importante que os define), e este filme não é excepção. No entanto, aqui temos uma forma de apresentação diferente do habitual. As cenas alteram com o presente (Deadpool atrás do "Ajax") e a sua origem (como conheceu a namorada e como se tornou no tipo do fato vermelho... que não é animado).

A plot é comum. Uma história de vingança em que o vilão é british.


Mas, esta história nunca foi tentada com um herói, que não é super, mas é mutante (tem poderes), com um sentido de humor doentio e fantástico e que, sabe que é uma personagem de ficção (breaking the fourth wall). Um homem que conhece as suas capacidades (e novas habilidades) mas que prefere trabalhar sozinho a juntar-se à boys band do Professor X ("Stewart or McAvoy?"). O facto é que a interacção entre Deadpool, Colossus e Negasonic Teenage Warhead é simplesmente hilariante.


Ryan Reynolds nasceu para interpretar Deadpool.
Brilhante!



18/20


P.S.: Ryan Reynolds disse que Deadpool é o último personagem de banda desenhada que ele interpretará. Estando, claro, aberto a sequelas e a possíveis cameos noutros filmes.
P.S.2: Referências a Green Lantern, X-Men Origins Wolverine, e aos homens mais sexys do mundo (Ryan Reynolds e Hugh Jackman).
P.S.3: Genérico original.
P.S.4: R-Rated (tem asneiras, muitas asneiras).

01/02/2016

Os Melhores Filmes de 2015

Mas também fiz uma lista com os melhores do ano (nenhum dos candidatos aos Oscars está incluído, porque ainda não os vi).

10º

9º

8º

7º

6º

5º

4º

3º

2º

1º

Outros Filmes: Homem Irracional; Avengers: Age of Ultron; Pan; Maze Runner: The Scorch Trials.

Os Piores Filmes de 2015

Este ano decidi compilar uma lista com os piores filmes que sairam em 2015. Aqui está.

10º

9º

8º

7º

6º

5º

4º

3º

2º

1º

Outros Filmes: The Boy Next Door; Hot Persuit; Spy; Ted 2; The Longest Ride; Aloha; Vacation; Staten Island Summer; The DUFF; Smosh.

26/01/2016

Star Wars - The Force Awakens


FINALMENTE!!!

Do ponto de vista de uma fã, este é um filme que precisa de ser visto e revisto, porque alguns pequenos pormenores não conseguimos apanhar logo à primeira.

O Episódio VII segue 30 anos depois dos acontecimentos do filme de 1983, o Regresso de Jedi.
Luke Skywalker desapareceu do mapa, depois dos seus pequenos aprendizes (o Ewan McGregor acha imensa piada à palavra younglings... episódio III) terem sido mortos pelos Knights of Ren. A Resistência (General Leia) e a Primeira Ordem (Kylo Ren) andam à procura de um mapa que os leve até Luke.


Apesar de achar um nadinha de falta de originalidade na história de Rey, até que faz algum sentido ser contada assim (o que contribui para as teorias sobre quem é o pai dela).
Vejamos, então, as semelhanças com os episódios IV e I:
- Personagem importante (principal), que vive num planeta distante e árido; escravo de espécies que se consideram superiores; bom com droids e a pilotar veículos ou naves.
- Não conhece o pai (ou mãe... mas sabemos que o pai é mais importante).
- Quer sair daquele planeta e partir à aventura (a Rey demorou um bocadinho mais).
- Conhece uma personagem importante, que lhe quer ensinar quão importante é a força, o lado negro e a luz (Qui-Gon - Anakin; Ben Kenobi - Luke; Han Solo - Rey).
- Essa personagem acaba por morrer no final do filme, e o/a "aluno/a" é transferido para uma personagem ainda mais importante (Obi-Wan - Anakin; Yoda - Luke; Luke - Rey).

Esta é basicamente a storyline do episódio VII. Claro que há outras coisas bastante importantes a salientar, como o facto de desta vez, os maus da fita não utilizarem clones, mas crianças (neste caso já adultos), raptadas às suas famílias, em que foram alteradas as suas memórias para servir a Primeira Ordem. O FN2187 é um deles (é o Finn).
Temos o Kylo Ren, ou para a sua família, Ben Solo. Que me faz muito lembrar o Anakin Skywalker do episódio II (se bem que o Hayden Christensen é mais jeitoso que o Adam Driver), talvez seja por isso que a General Leia diz a Han Solo que o filho é muito parecido a Vader. Umas das coisas que me intrigou no Ben/Ren foi a sua "fixação" na rapariga (Rey), eu acho que ele a conhece de algum lado, o que espero que saberemos no próximo episódio.

O filme é fantástico! Aqueles efeitos, a edição, as piadas (sim, parece-me que nos rimos ainda mais neste filme do que nos outros), tudo tão bem executado. Muito bom!
Ok ok, o filme não é perfeito. E a culpa é da intempestividade (salta-lhe a tampa com muita frequência) do Ben/Ren. E talvez outras coisas, mas vê-se tão bem.



19
(1-20)


P.S.: Vou fazer um post no outro blog sobre teorias de quem possa ser o pai de Rey, ou ela própria. Me aguardem.
P.S.2: First line do filme - "This will begin to make things right".
P.S.3: Agora fiquei com vontade de ver o filme outra vez.
P.S.4: Adoro os lightsabers do Dark Side.

26/11/2015

Suits


Ora bem. Está uma pessoa sossegadinha a acompanhar as suas séries habituais, quando aparece o Netflix em Portugal (em relação a isso, falamos depois).
Andei a ver se me interessava alguma, para fazer uma maratona durante o mês grátis, e encontrei esta, que já conhecia (e os actores também) mas que nunca tinha visto nada.

Mike Ross é um rapaz que abandonou a universidade (por razões que se vai descobrir mais tarde na série), com uma fantástica memória fotográfica que lhe permitiu passar no exame da ordem, sem concluir a faculdade de Direito. Harvey Specter é um dos melhores advogados de Manhattan, e encontra em Mike o seu novo associado. No entanto, a política da firma de advogados, Pearson & Hardman, onde ele trabalha, só aceita ex-alunos da Universidade de Direito de Harvard. Harvey e Mike vão ter de esconder o segredo de todos, enquanto resolvem casos e lidam com questões internas e pessoais (firma).

Os personagens principais são: Gabriel Macht e Patrick J. Adams. O primeiro entrou em The Spirt e Behind Enemy Lines; o segundo entrou em alguns episódios de Flashforward, Luck, Orphan Black.

Curiosidades:
- Foi considerada a segunda melhor série a estrear em 2011 (a 1ª foi Game of Thrones);
- Referências a Game of Thrones, Star Trek, James Bond, etc.;
- Actrizes que entram ou entraram na série Pretty Little Liars.;
- Todas as temporadas tem um episódio com flashback, excepto a primeira.

Neste momento a série está em pausa, a segunda parte da temporada 5 estreia no final de Janeiro. Até lá, as quatro temporadas estão disponíveis no Netflix, é fazer uma maratona.





Recomendado

11/10/2015

American Horror Story


Quem me conhece sabe perfeitamente que não gosto de filmes de terror.
Mas não sei porquê, as séries cativam-me sempre.

E tudo começou com Supernatural.

Mas vamos voltar ao assunto principal, American Horror Story.

Não me lembro quando começou, mas acho que foi a minha prima que me falou nisso. Vi o primeiro, vi o segundo, e não achei muito mau. Entretanto, ela veio passar um fim-de-semana a minha casa, e vimos a primeira temporada toda.
Ai, as saudades que eu tenho do Rubber Man (aparecer na série, claro).
Desde então, temos visto as outras temporadas juntas, e durante o verão. Tornou-se uma espécie de tradição.

Antes de falar na quinta temporada, vou passar em revista as outras temporadas, para os interessados.
- American Horror Story (Temporada 1): é das melhores, mas não é a melhor; tem o Rubber Man (our favorite), uma empregada sluty (mas só de vez em quando) e, claro, Jessica Lange.
- American Horror Story Asylum (Temporada 2): sem dúvida, a melhor temporada da série (e a mais creepy); tem Evan Peters no seu melhor, maluquinhos, um serial killer, e Adam Levine.
- American Horror Story Coven (Temporada 3): não é nada má; é passada em New Orleans; tem guerras de covens, racismo, a sobrinha da Julia Roberts (não gosto lá muito dela), Jessica Lange e Angela Bassett.
- American Horror Story Freak Show (Temporada 4): a temporada menos conseguida da série; tem freaks, um palhaço muito creepy (não gosto nada de palhaços), ligação a Asylum, a mulher mais pequena do mundo (Ma Petite), Neil Patrick Harris e Wes Bentley e, Jessica Lange a fazer de alemã (melhor da temporada).

A temporada 5 chama-se American Horror Story Hotel e, como é óbvio, é passada num hotel na cidade actual de Los Angeles. O primeiro episódio já vi, e apresenta-nos coisas bastante interessantes: uma recepcionista que leva a desintoxicação de álcool e drogas muito a sério; Matt Bomer no seu melhor (literalmente); Wes Bentley a fazer de detective; uma espécie de Rubber Man com um dildo-broca; e Lady Gaga.
Infelizmente, a mulher que faz a série (Jessica Lange), não é regular nesta quinta temporada mas, li que pode fazer uma pequena participação especial.
De qualquer das formas, gostei do que vi, mas como já é hábito vou fazer uma maratona de Verão.

Os que não conhecem a série, digam se ficaram interessados. E para os que já conhecem, digam-me se concordam com a minha opinião.






25/09/2015

Fantastic Four / Quarteto Fantástico (2015)


Sim, fui ver. Depois de ter dito que não gastava dinheiro a ver mais um filme da MARVEL que deu para o torto, acabei por ceder. E até que me surpreendeu.

A história centra-se num grupo de quatro jovens que se teletransportam para um universo alternativo e perigoso, alterando de maneira chocante a sua forma física. Com as suas vidas irrevogavelmente alteradas, a equipa deve aprender a aproveitar as novas habilidades e trabalhar em conjunto para salvar a Terra de um velho amigo que se tornou inimigo.

Comparando com os outros dois filmes sobre estes heróis, a origem dos poderes é bastante diferente, bem como a forma como se conheceram e, o modo como são usadas as suas novas habilidades.
Gosto bastante quando colocam os personagens numa altura da vida que os muda para sempre e que depois se reflecte naquilo em que se tornam no final. 

O filme começa bem, a apresentar-nos dois dos personagens com os seus 10 anos, alterando para a passagem do secundário para a universidade. Aliás, o filme no seu todo está bem... até aos últimos 20 minutos. Faz muito mais sentido que tenham todos trabalhado juntos na construção da máquina, na forma como ganharam os seus poderes e, como as forças militares decidiram usufruir das mesmas. Aqueles últimos 20 minutos é que não têm lógica. A acção para o clímax final ocorre demasiado depressa, deixando o expectador na expectativa que algo mais aconteça.
Será que tem algo a ver com o facto de o director ter acusado a Sony de estragar a edição do filme?

Coisas (interessantes) a reter:
- Miles Teller tem mesmo ar de nerd;
- Susan Storm é do Kosovo;
- Jonny Storm não é branco (comentário não racista);
- Jamie Bell é british.
- O Doom é bem giro!



16 
(1-20)


PS: Vai haver segundo filme em 2017.